Varizes pélvicas no laudo
Veias dilatadas na pelve, com refluxo
O tratamento é a embolização: o cateter oclui as veias dilatadas e interrompe o refluxo. O sangue passa a circular por veias competentes.
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O laudo da tomografia ou do ultrassom citou varizes pélvicas, síndrome do quebra-nozes ou Nutcracker? O tratamento é feito aqui, no HNSF, sem corte e sem pontos.
Quase sempre a pesquisa começa assim: a tomografia ou o ultrassom voltou com varizes pélvicas, síndrome do quebra-nozes ou Nutcracker escrito no laudo. É a mesma condição com dois nomes. O exame já apontou a causa. O passo seguinte é o tratamento, não uma nova rodada de hipóteses.
As duas condições têm tratamento endovascular, por punção, sem corte e sem pontos. É o tratamento indicado para o que esse laudo descreve, e é feito no Hospital Nossa Senhora de Fátima, em Patos de Minas.
Veias dilatadas na pelve, com refluxo
O tratamento é a embolização: o cateter oclui as veias dilatadas e interrompe o refluxo. O sangue passa a circular por veias competentes.
Compressão da veia renal esquerda
Nutcracker é o nome em inglês da síndrome do quebra-nozes. O tratamento é a correção endovascular dessa compressão, que é a causa do refluxo para a pelve. Quando o laudo mostra as duas coisas, as duas são tratadas.
Conteúdo revisado por médico especialista
Radiologista e neurorradiologista intervencionista, com formação no HCFMRP-USP. Atende no Hospital Nossa Senhora de Fátima, em Patos de Minas.
CRMMG 54271 · Revisado em 22 de outubro de 2026
São veias dilatadas na pelve, com refluxo de sangue. Esse refluxo mantém a congestão e pode causar dor crônica — a síndrome de congestão pélvica. Uma causa que a imagem precisa reconhecer é a síndrome do quebra-nozes.
A condição é mais frequente em mulheres em idade reprodutiva, sobretudo após gestações. Muitas pacientes circulam por vários especialistas antes do diagnóstico, porque os sintomas se misturam com endometriose, cistos ovarianos e outras causas de dor pélvica.
Parte dos casos de dor pélvica crônica tem origem venosa. O número exato varia conforme a série e o critério diagnóstico.
A síndrome do quebra-nozes é a compressão da veia renal esquerda. No laudo ela aparece como síndrome de Nutcracker ou só Nutcracker. No tipo mais comum, a veia fica entre a artéria mesentérica superior e a aorta — como uma noz no quebra-nozes. Na forma posterior, a veia passa atrás da aorta e é comprimida contra a coluna.
A pressão sobe no rim esquerdo. O sangue procura saída pela veia ovariana e dilata as veias da pelve. Por isso a síndrome do quebra-nozes é uma causa de varizes pélvicas e de dor pélvica. Também pode causar dor no flanco esquerdo e sangue na urina. No homem, o quadro equivalente mais frequente é a varicocele.
Quando a tomografia ou o ultrassom já nomeia síndrome do quebra-nozes ou Nutcracker, o tratamento indicado é endovascular: corrigir a compressão da veia renal esquerda e, se houver varizes pélvicas no mesmo laudo, tratar o refluxo. É esse o caminho feito aqui, sem cirurgia aberta.
Material embólico oclui as veias dilatadas e interrompe o refluxo. O sangue passa a circular por veias competentes. Sem corte e sem pontos.
Dor pélvica crônica com impacto na vida diária, veias pélvicas dilatadas (em geral acima de 6 mm) e refluxo gonadal na imagem, depois de excluir outras causas.
Exames habituais: ultrassom Doppler, tomografia ou ressonância. Venografia só se ainda houver dúvida.
Séries publicadas descrevem alívio importante em 75 a 95% das pacientes bem selecionadas. O número não é garantia individual.
Os sintomas se sobrepõem a outras condições. Por isso a imagem e a história clínica vêm antes da embolização:
Endometriose · doença inflamatória pélvica · cistos ovarianos · síndrome do intestino irritável
A mesma imagem procura a síndrome do quebra-nozes. Ela não imita a variz: ela produz a variz, ao comprimir a veia renal esquerda.
Traga o exame. Nutcracker e síndrome do quebra-nozes são o mesmo achado, só muda o nome no laudo. Varizes pélvicas são tratadas com embolização das veias dilatadas. O Nutcracker é tratado na compressão da veia renal esquerda, que é a causa do refluxo para a pelve. Os dois tratamentos são endovasculares, por punção, sem corte, no HNSF em Patos de Minas.
São veias dilatadas na pelve, em geral das veias gonadais ou uterinas, com refluxo de sangue. Esse refluxo pode causar dor pélvica crônica, chamada também de síndrome de congestão pélvica.
É um procedimento endovascular: pequena punção na veia da perna ou do pescoço, com anestesia local e, se preciso, sedação. Não há corte nem pontos. O cateter é retirado e o local é comprimido.
A alta costuma ser no mesmo dia, após 2 a 4 horas de observação. O retorno ao trabalho, na maior parte das pacientes, ocorre em cerca de dois dias. Exercício intenso fica para depois da primeira semana.
Não. Pode haver desconforto pélvico leve nas primeiras semanas. A melhora dos sintomas em geral aparece em 2 a 4 semanas e o resultado mais estável em 3 a 6 meses.
Não. Endometriose, doença inflamatória, cistos ovarianos e intestino irritável podem imitar o quadro. A embolização só entra depois da imagem (Doppler, tomografia ou ressonância) e da exclusão de outras causas.
É a compressão da veia renal esquerda, em geral entre a artéria mesentérica superior e a aorta. No laudo de tomografia ou ultrassom o nome sai como síndrome do quebra-nozes, síndrome de Nutcracker ou apenas Nutcracker. A pressão sobe no rim e o sangue pode refluir pela veia ovariana, formando varizes pélvicas. Pode haver dor no flanco esquerdo e sangue na urina.
Não. Varizes pélvicas são veias dilatadas na pelve. A síndrome do quebra-nozes comprime a veia renal esquerda e pode gerar essas varizes. O tratamento segue o que o laudo mostrou: embolização das varizes, correção da compressão, ou as duas, quando as duas estão presentes.
No Hospital Nossa Senhora de Fátima (HNSF), Rua Padre Caldeira, 386, Centro, Patos de Minas/MG. Telefone e WhatsApp: (34) 3820-1055.
Tomografia ou ultrassom com varizes pélvicas ou síndrome do quebra-nozes: envie o exame. O tratamento dessas condições é feito aqui.
(34) 3820-1055
Atendimento rápido
Hospital Nossa Senhora de Fátima
Rua Padre Caldeira, 386 · Centro · Patos de Minas/MG