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Dor de cabeça e aneurisma cerebral

Dor de Cabeça e Aneurisma Cerebral: quando se preocupar?

A dor de cabeça é um sintoma extremamente comum e, na maioria dos casos, está relacionada a causas benignas como enxaqueca, tensão muscular ou alterações posturais. Porém, em alguns casos, pode ser um sinal de aneurisma cerebral, especialmente quando ocorre de forma súbita, intensa e diferente das dores habituais.

O que é um aneurisma cerebral?

O aneurisma cerebral é uma dilatação anormal de uma artéria do cérebro causada pelo enfraquecimento de sua parede. Embora muitos aneurismas sejam silenciosos, quando se rompem provocam uma hemorragia cerebral grave, conhecida como hemorragia subaracnóidea, com risco de morte ou sequelas neurológicas.

Como diferenciar dor de cabeça comum de aneurisma?

A dor de cabeça do aneurisma cerebral, especialmente em caso de ruptura, apresenta características típicas:

  • Dor de cabeça súbita e intensa, descrita como “a pior da vida”.
  • Início abrupto, em segundos ou minutos.
  • Pode vir acompanhada de náuseas, vômitos e rigidez de nuca.
  • Alteração da consciência, sonolência ou até desmaio.
  • Em alguns casos, alterações visuais ou crises convulsivas.

Já as dores de cabeça comuns (como enxaqueca ou cefaleia tensional) costumam ter início gradual, duração variável e podem se repetir em padrões conhecidos pelo paciente.

Dor de cabeça sem ruptura do aneurisma

Alguns aneurismas não rompidos também podem causar dor de cabeça, especialmente se forem grandes ou estiverem comprimindo estruturas próximas. Nestes casos, a dor pode ser persistente ou localizada, diferente das dores habituais do paciente.

Quando procurar atendimento médico?

É fundamental procurar ajuda imediata em casos de:

  • Dor de cabeça súbita, muito forte e fora do padrão habitual.
  • Dor acompanhada de alteração visual, fala arrastada ou fraqueza em um lado do corpo.
  • Histórico familiar de aneurisma cerebral.
  • Associação com perda de consciência ou convulsões.

Diagnóstico

Para investigar aneurismas cerebrais, os principais exames utilizados são:

  • Tomografia computadorizada – útil para detectar sangramentos recentes.
  • Ressonância magnética – identifica aneurismas e alterações cerebrais.
  • Angiografia cerebral digital – exame padrão ouro para detalhar vasos cerebrais.

Tratamento

Uma vez diagnosticado, o aneurisma cerebral pode ser tratado de duas formas principais:

  • Clipagem cirúrgica – realizada por neurocirurgião, com abertura do crânio e posicionamento de um clipe na base do aneurisma.
  • Embolização endovascular – técnica minimamente invasiva, feita por cateterismo, utilizando coils, stents ou flow diverters para excluir o aneurisma da circulação.

Conclusão

Nem toda dor de cabeça está relacionada a aneurisma, mas a presença de dor súbita, intensa e diferente do habitual deve ser considerada um sinal de alerta. A avaliação precoce com especialista pode salvar vidas.

Sobre o especialista

Dr. Dimitrius Stamoulis é Neurorradiologista Intervencionista com experiência em diagnóstico e tratamento de aneurismas cerebrais por técnicas minimamente invasivas. Atua no Hospital Nossa Senhora de Fátima (HNSF), em Patos de Minas – MG.

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O que mais me perguntam no consultório

Perguntas Frequentes sobre Aneurisma Cerebral

O que é um aneurisma cerebral?

É uma dilatação anormal de uma artéria no cérebro, causada pelo enfraquecimento da parede do vaso. Pode permanecer silencioso ou se romper, levando a uma hemorragia grave.

Quais os sintomas de um aneurisma cerebral?

Muitos aneurismas não causam sintomas. Quando presentes, incluem dor de cabeça intensa, visão dupla, dormência em parte do corpo, convulsões e, em caso de ruptura, dor de cabeça súbita e muito forte.

O aneurisma cerebral pode matar?

Sim. A ruptura de um aneurisma pode causar hemorragia cerebral grave, conhecida como hemorragia subaracnóidea, com risco de morte ou sequelas neurológicas importantes.

Como saber se tenho um aneurisma?

Somente exames de imagem podem diagnosticar o aneurisma, como tomografia, ressonância magnética ou angiografia cerebral digital.

Qual o tratamento para aneurisma cerebral?

Os principais tratamentos são a clipagem cirúrgica, feita por neurocirurgião, e a embolização endovascular, técnica minimamente invasiva realizada por Neurorradiologista Intervencionista.

Todo aneurisma precisa de tratamento?

Nem sempre. A decisão depende do tamanho, localização e risco de ruptura. Alguns aneurismas pequenos podem apenas ser monitorados periodicamente.

Quem tem aneurisma pode levar vida normal?

Com acompanhamento médico adequado, controle dos fatores de risco (pressão arterial, tabagismo, colesterol) e tratamento quando indicado, muitos pacientes vivem normalmente após o diagnóstico.

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O QUE É ANEURISMA CEREBRAL? Devo me preocupar?

O que é um Aneurisma Cerebral?

O aneurisma cerebral é uma dilatação anormal em uma artéria do cérebro, causada pelo enfraquecimento de sua parede. Essa alteração pode permanecer silenciosa durante anos, mas em alguns casos pode se romper, provocando uma hemorragia cerebral grave conhecida como hemorragia subaracnóidea.

Como o aneurisma se forma?

As artérias cerebrais possuem paredes finas e delicadas. Fatores como predisposição genética, pressão arterial elevada, tabagismo e outras condições médicas podem contribuir para o enfraquecimento dessas paredes. Com o tempo, surge uma pequena bolsa ou dilatação que chamamos de aneurisma.

Sintomas do aneurisma cerebral

Muitos aneurismas são assintomáticos e descobertos apenas em exames de imagem feitos por outros motivos. Porém, quando sintomas aparecem, eles podem incluir:

  • Dor de cabeça intensa e súbita
  • Alterações visuais (visão dupla, visão turva)
  • Fraqueza ou dormência em partes do corpo
  • Dificuldade para falar
  • Convulsões

Em caso de ruptura do aneurisma, o paciente geralmente apresenta uma dor de cabeça abrupta e muito forte, descrita como “a pior da vida”, podendo evoluir com perda de consciência e risco de morte.

Fatores de risco

Alguns fatores aumentam a chance de desenvolver ou romper um aneurisma cerebral:

  • Histórico familiar de aneurisma
  • Hipertensão arterial
  • Tabagismo
  • Consumo excessivo de álcool
  • Doenças genéticas que afetam o tecido conjuntivo
  • Idade acima de 40 anos

Diagnóstico

Os aneurismas podem ser detectados por exames de imagem como:

  • Tomografia computadorizada (TC)
  • Ressonância magnética (RM)
  • Angiografia cerebral digital (padrão ouro para detalhamento dos vasos)

Tratamento

Existem duas principais opções de tratamento para os aneurismas cerebrais:

  • Clipagem cirúrgica – realizada por neurocirurgião, consiste em abrir o crânio e colocar um clipe na base do aneurisma.
  • Embolização endovascular – técnica minimamente invasiva feita por cateterismo, utilizando molas (coils), stents ou flow diverters para bloquear o aneurisma de dentro dos vasos.

Prognóstico

Quando diagnosticado precocemente e tratado de forma adequada, o aneurisma cerebral pode ser controlado com bons resultados. O mais importante é identificar os fatores de risco, realizar exames quando indicado e contar com acompanhamento especializado.

Sobre o especialista

Dr. Dimitrius Stamoulis é Neurorradiologista Intervencionista, com experiência no diagnóstico e tratamento endovascular de aneurismas cerebrais. Atua no Hospital Nossa Senhora de Fátima (HNSF), em Patos de Minas – MG.

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TINITUS PULSÁTIL – Como procurar ajuda?

Tinnitus Pulsátil: causas, diagnóstico e tratamento

O tinnitus pulsátil, também chamado de zumbido pulsátil, é um sintoma caracterizado pela percepção de um som no ouvido em ritmo com a pulsação do paciente. Diferente do tinnitus comum (zumbido contínuo ou intermitente), o pulsátil geralmente está associado a alterações vasculares e merece investigação especializada.

O que é tinnitus pulsátil?

É a sensação auditiva de um som repetitivo, em sincronia com os batimentos cardíacos. Pode ser percebido em um ou ambos os ouvidos e, em alguns casos, até ser audível pelo médico durante o exame físico (zumbido objetivo).

Principais causas

O tinnitus pulsátil costuma estar relacionado a condições vasculares ou alterações anatômicas da região de cabeça e pescoço, tais como:

  • Malformações arteriovenosas (MAVs)
  • Aneurismas intracranianos
  • Estreitamento ou tortuosidade de artérias
  • Dissecção ou estenose da artéria carótida
  • Glomus jugular (paraganglioma)
  • Aumento do fluxo venoso intracraniano (hipertensão intracraniana idiopática)
  • Anormalidades vasculares do ouvido médio

Diagnóstico

O diagnóstico do tinnitus pulsátil exige uma avaliação clínica detalhada, associada a exames de imagem. Entre os exames mais utilizados estão:

  • Angiotomografia computadorizada (angio-TC)
  • Angiorressonância magnética (angio-RM)
  • Angiografia cerebral digital – padrão ouro para avaliação vascular

Esses exames permitem identificar se há uma alteração estrutural ou vascular responsável pelo sintoma.

Tratamento

O tratamento do tinnitus pulsátil depende da causa identificada:

  • Embolização endovascular em casos de malformações arteriovenosas, fístulas durais ou tumores vasculares.
  • Tratamento cirúrgico em algumas situações, como tumores glômicos.
  • Controle clínico em causas benignas, como aumento de fluxo venoso sem repercussões graves.

Quando a causa é tratável, o zumbido costuma regredir significativamente, melhorando a qualidade de vida do paciente.

Quando procurar um especialista?

O tinnitus pulsátil não deve ser ignorado. Ao contrário do zumbido comum, ele pode indicar uma condição vascular subjacente, e por isso é fundamental a avaliação com um Neurorradiologista Intervencionista ou otorrinolaringologista com experiência em doenças vasculares.

Sobre o especialista

Dr. Dimitrius Stamoulis é Neurorradiologista Intervencionista com experiência no diagnóstico e tratamento de condições vasculares cerebrais, incluindo fístulas durais, aneurismas e malformações arteriovenosas. Atua no Hospital Nossa Senhora de Fátima (HNSF) em Patos de Minas – MG.

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ANEURISMAS CEREBRAIS – COMO TRATAR?

multiplos aneurismas cerebrais

Embolização de Aneurismas Cerebrais

A embolização de aneurismas cerebrais é um procedimento endovascular minimamente invasivo que revolucionou o tratamento dos aneurismas intracranianos. Realizado sem a necessidade de abertura do crânio, utiliza cateteres e dispositivos modernos para bloquear o fluxo sanguíneo dentro do aneurisma, reduzindo o risco de ruptura e hemorragia cerebral.

O que é um aneurisma cerebral?

O aneurisma cerebral é uma dilatação anormal em uma artéria do cérebro. Essa fragilidade na parede do vaso pode aumentar com o tempo e, caso se rompa, provocar uma hemorragia subaracnóidea, condição grave que ameaça a vida do paciente. Muitos aneurismas são descobertos de forma incidental em exames de imagem, enquanto outros se manifestam após sintomas como dor de cabeça súbita e intensa, alterações visuais ou crises convulsivas.

Como funciona a embolização?

No procedimento, um cateter é inserido pela artéria da perna (femoral) ou do braço (radial) e, sob orientação de angiografia digital, é conduzido até os vasos cerebrais. Dispositivos como micromolas (coils), stents e flow diverters são posicionados no interior do aneurisma ou do vaso para interromper o fluxo sanguíneo em seu interior, promovendo sua exclusão da circulação.

Principais benefícios da técnica

  • Tratamento minimamente invasivo, sem necessidade de craniotomia.
  • Menor tempo de internação e recuperação mais rápida.
  • Redução significativa do risco de ruptura do aneurisma.
  • Indicado para aneurismas em locais de difícil acesso cirúrgico.

Indicações da embolização

A embolização é indicada em:

  • Aneurismas cerebrais não rompidos, com risco de crescimento ou ruptura.
  • Aneurismas já rompidos, em contexto de hemorragia cerebral aguda.
  • Pacientes em que a cirurgia aberta apresenta risco elevado.

Recuperação e riscos

Na maioria dos casos, a recuperação é rápida, com alta hospitalar em poucos dias. Como em todo procedimento médico, existem riscos, mas a embolização apresenta segurança elevada quando realizada por equipe especializada. Complicações, embora raras, podem incluir trombose, revascularização do aneurisma ou efeitos adversos aos dispositivos utilizados.

Perguntas frequentes

O procedimento é doloroso?

Não. É feito sob anestesia, garantindo conforto e segurança ao paciente.

Qual a diferença em relação à cirurgia aberta?

Enquanto a cirurgia requer abertura do crânio e clipagem do aneurisma, a embolização é realizada por dentro dos vasos, com incisões mínimas e recuperação mais rápida.

Todos os aneurismas podem ser tratados por embolização?

Grande parte dos aneurismas pode ser tratada endovascularmente, mas a escolha depende do tamanho, localização e características anatômicas do aneurisma.

Sobre o especialista

Dr. Dimitrius Stamoulis é Neurorradiologista Intervencionista com ampla experiência em embolizações desde 2018, realizando procedimentos avançados no Hospital Nossa Senhora de Fátima (HNSF), em Patos de Minas – MG.

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Embolização de Hematoma Subdural

embolização de hematoma subdural

Embolização de Hematoma Subdural

A embolização de hematoma subdural é um procedimento minimamente invasivo, sem abertura do crânio, realizado por especialista, que tem como objetivo interromper o suprimento sanguíneo responsável pela manutenção do hematoma. Com isso, reduz-se significativamente o risco de expansão e de recorrência do sangramento, oferecendo mais segurança e eficácia no tratamento.

O que é o hematoma subdural?

O hematoma subdural é um acúmulo de sangue entre o cérebro e sua membrana protetora. Geralmente causado por traumas ou fragilidade vascular, pode gerar sintomas como dor de cabeça, alterações cognitivas, perda de equilíbrio e até déficits neurológicos graves.

Como funciona a embolização

No procedimento, um cateter é introduzido pela artéria e guiado até os vasos que alimentam o hematoma. Com técnicas avançadas de neurocirurgia endovascular, esses vasos são bloqueados de forma precisa, evitando novos sangramentos e auxiliando na reabsorção do hematoma já formado.

Principais benefícios

  • Redução da chance de recorrência do hematoma
  • Tratamento seguro e minimamente invasivo
  • Menor tempo de internação e recuperação
  • Alternativa eficaz em casos de alto risco cirúrgico

Indicações do tratamento

A embolização é indicada principalmente em pacientes com hematoma subdural crônico, especialmente naqueles com risco de recorrência após drenagem cirúrgica convencional, ou em casos em que a cirurgia tradicional apresenta maior risco.

Perguntas frequentes

O procedimento dói?

Não, pois é realizado sob anestesia adequada, garantindo conforto e segurança ao paciente.

Quanto tempo dura a recuperação?

A recuperação costuma ser rápida, com alta hospitalar em poucos dias, dependendo do caso clínico individual.

Quais são os riscos?

Como todo procedimento médico, existem riscos, mas eles são significativamente menores em comparação às cirurgias abertas tradicionais.

Dr. Dimitrius Stamoulis tem expertise no assunto e realiza esse procedimento desde 2018. Atualmente é Neurorradiologista Intervencionista e realiza procedimentos no HNSF em Patos de Minas – MG.

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Ablação por radiofrequência – Tratamento dos nódulos tireoidianos sem cicatrizes

 

O Brasil é referência neste tratamento minimamente invasivo que preserva a glândula sem necessidade de cirurgia.

A nova técnica acaba de receber código no rol de procedimentos da Associação Médica Brasileira (AMB), prerrogativa para entrar na Agência Nacional de Saúde Suplementar e, assim, ser oferecida à população por meio de planos de saúde.

É câncer?

O risco de a lesão ser câncer depende do seu tamanho, características e da presença de gânglios cervicais. Em 90% dos casos, os nódulos são considerados benignos. Apenas 10% são diagnosticados malignos.

No entanto, mesmo descartada a hipótese de câncer, os nódulos benignos ainda geram desconforto, especialmente em mulheres, que buscam uma opção porque não querem a cicatriz, nem tomar reposição hormonal o resto da vida.

Ablação por radiofrequência

A Ablação por Radiofrequência é capaz de eliminar o nódulo sem deixar qualquer marca. O procedimento é feito com a introdução de uma agulha fina no nódulo, guiada por ultrassonografia e que age por meio de ondas de calor.

A prática evita cortes no pescoço e reduz consideravelmente o tamanho do nódulo, resultado visto já nos primeiros meses após a sessão. Além disso, preserva as funções hormonais da glândula e evita eventuais doenças.

 

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Agende sua avaliação com um especialista no HNSF – Patos de Minas

Agende seus exames:

  • 034 3820-1055

Dr. Dimitrius Stamoulis – Médico Radiologista Intervencionista pela USP

 

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Nódulo na tireoide – É câncer?

A primeira coisa é não se preocupar demais, porque 60% das pessoas têm um nódulo na tireoide e menos de 5% deles são malignos. Ou seja, a grande maioria dos casos não é câncer.

Os nódulos, normalmente, são benignos e surgem com o avanço da idade e, por isso, é raro o surgimento de câncer. No entanto, é recomendado consultar um endocrinologista para confirmar se o nódulo é benigno ou maligno através de exames como a punção dos nódulos (PAAF) e exames de sangue, solicitados pelo médico.

Eu tenho tireoide?

Todas as pessoas possuem essa glândula que está situada na frente dos anéis da traqueia, entre o pomo-de-adão (proeminência da laringe no meio da região anterior do pescoço) e a base do pescoço, onde se localiza a fúrcula esternal. Com a forma de um H ou de um escudo (thyreos, em grego, quer dizer escudo), consiste num istmo central com um lobo do lado esquerdo e outro do lado direito (figura ao lado). Fixa à laringe por tecido conjuntivo, a glândula se movimenta com a deglutição.

A tireoide guarda uma relação complexa com outras estruturas anatômicas – veias, artérias, músculos e nervos – e produz os hormônios tireoideanos, responsáveis por diversos controles do organismo, como as batidas cardíacas, os movimentos intestinais, o poder de concentração do cérebro, o tônus da musculatura, a respiração celular.

Tenho um nódulo! E agora ?

No momento em que se verifica um nódulo (em geral pelo exame de ultrassom), o mais importante é definir se ele precisa ser investigado com mais profundidade ou não.

Entretanto, depois de descobrir o nódulo, a palavra de ordem é “serenidade”. Serenidade porque precisamos definir se esse nódulo merece ser investigado de maneira mais invasiva – através de uma punção aspirativa (PAAF). Nódulos com características suspeitas no ultrassom muitas vezes devem ser puncionados.

A Punção da tireoide dói ?

A punção com agulha fina (PAAF) é realizada pelo médico radiologista intervencionista de forma segura, rápida e com incômodo mínimo. Uma pomada anestésica é aplicada antes do procedimento na região cervical, reduzindo a sensibilidade da pele. Uma pequena e fina agulha é introduzida em direção ao nódulo guiada por ultrassonografia. O procedimento dura cerca de 10 minutos e o paciente pode retornar às suas atividades no mesmo dia.

Agora, se esse nódulo for pequeno e não for suspeito, talvez possa ser apenas observado. Nada mais. E nessa observação mais ativa o especialista fica de olho em alguma alteração na produção de hormônios pela glândula tireoide, um sinal de que algo pode estar errado.

Um nódulo benigno pode virar maligno?

Não. Um nódulo benigno não pode virar maligno, seja na mama, na tireoide ou em qualquer outro local do corpo. Um tumor benigno será sempre benigno e não pode tornar-se um tumor maligno (câncer). Ambos possuem comportamentos celulares que os diferenciam desde a origem.

Se o especialista determinar a necessidade de uma punção, o próximo passo será avaliar o resultado desse exame e descobrir se o nódulo é benigno ou maligno.

Se ele for maligno (ou suspeito), possivelmente será necessário um tratamento cirúrgico.

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Agende sua punção (PAAF) de tireoide com um especialista no HNSF – Patos de Minas

Agende seus exames:

  • 034 3820-1105
  • 034 3820-1102
  • 034 3820-1103
  • 034 3820-1104

Dr. Dimitrius Stamoulis – Médico Radiologista Intervencionista pela USP



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Miomas Uterinos

Dor pélvica intensa pode estar relacionada à miomas uterinos

Os miomas são nódulos uterinos benignos que acometem até 50% das mulheres. A maioria das pacientes não apresentam sintomas nem requerem tratamento.

Esses tumores uterinos benignos, também conhecidos como fibromas podem causar problemas e comprometer a qualidade de vida das mulheres. Dores pélvicas, cólicas, sangramento excessivo, perda espontânea de urina, aumento do volume abdominal e ainda dificuldade de engravidar ou de manter uma gestação são sintomas que podem serem atribuídos aos miomas.

  • Sangramento excessivo
  • Aumento do volume abdominal
  • Dores e cólicas
  • Perda e aumento da frequência urinária
  • Sensação de peso
  • Dor durante as relações sexuais
  • Constipação intestinal
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Existem diversas opções de tratamento para os miomas uterinos sintomáticos, desde o uso de medicações até a retirada cirúrgica dos miomas (miomectomia) ou de todo o útero (histerectomia).

Embolização Uterina é a técnica mais avançada da Medicina Radiologia Intervencionista, que trata os miomas sem a retirada do útero.

É um procedimento de COBERTURA OBRIGATÓRIA PELOS PLANOS DE SAÚDE. 

Tem baixo risco e exige o mínimo de internação, sendo que na maioria das vezes a paciente tem alta no mesmo dia e pode voltar às atividades normais entre três e sete dias.

A escolha do melhor método de tratamento depende de uma avaliação completa pela equipe médica (Ginecologista e Radiologista Intervencionista), e também leva em consideração os desejos e necessidades das pacientes.

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A embolização de miomas uterinos é o tratamento mais inovador, porém comprovadamente eficaz e seguro para as pacientes, além de oferecer uma recuperação bem mais rápida.

Este procedimento deve ser sempre realizado por especialista em radiologia intervencionista.

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Agende sua embolização no HNSF – Patos de Minas

(34) 3820-1055 (Adriane)

Dr. Dimitrius Stamoulis – Médico Radiologista Intervencionista pela USP




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